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Carona via WhatsApp: três pessoas são presas por morte de jovem

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Veja publicação original:   Carona via WhatsApp: três pessoas são presas por morte de jovem

 

O corpo da garota de 22 anos foi encontrado nesta quinta-feira em um córrego no interior de Minas Gerais; exame aponta asfixia e estrangulamento

 

 

 

Três suspeitos de envolvimento na morte da jovem de Guapiaçu foram presos em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, na madrugada desta quinta-feira (2). Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, que estava desaparecida desde quarta-feira (1), foi encontrada morta dentro de um córrego entre as cidades deFrutal e Itapagibe, em Minas Gerais. Segundo a polícia, o crime teria acontecido após a jovem programar uma viagem com carona via aplicativo WhatsApp.

 

 

Conforme a polícia, Jonathan Pereira do Prado confessou ter entrado no grupo de caronas com a intenção de roubar a jovem. Ele estava foragido de uma unidade prisional desde março deste ano. Os outros dois suspeitos, Wander Luis Cunha e Daniel Teodoro da Silva, são suspeitos pelo crime de receptação: o primeiro teria ficado com as calotas do carro, enquanto o segundo comprou o celular e outros objetos. Os três foram presos durante a madrugada, em bairros distintos de São José do Rio Preto, e já tinham passagens por roubos. Eles foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Frutal, onde seguem as investigações.

 

 

O corpo da jovem foi encontrado na tarde desta quinta-feira em um córrego no interior de Minas Gerais. A declaração de óbito aponta para morte por asfixia e estrangulamento. As investigações e prisões são resultado de um trabalho em conjunto entre equipes de investigação da segurança pública do estados de Minas Gerais e São Paulo.

 

Crime

Kelly estava desaparecida deste quarta-feira quando, segundo contou a família à polícia, havia deixado a cidade de São José do Rio Preto, onde residia, para viajar até a cidade de Itapagibe, em Minas Gerais, para visitar o namorado. A jovem fazia parte de um grupo de carona e tinha combinado de levar um casal até a cidade mineira. Na hora da viagem, a mulher desistiu e foi apenas o homem que não era conhecido de Kelly.

Jovem é encontrada morta após combinar carona para uma viagem em grupo de Whatsapp

Segundo a polícia, o último contato da jovem feito com a família foi quando decidiu para para abastecer seu carro em um posto de combustíveis na BR-153. Depois disso eles não tiveram mais contato.

 

 

Câmeras do circuito de segurança de um pedágio do estado de Minas Gerais mostram a jovem ao volante. Já em outro registro, o homem estava dirigindo o carro. A polícia ainda não confirmou se houve violência sexual. O corpo da vítima já foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para exames.

 

 

(Com Estadão Conteúdo)

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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