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Homem viola ordem judicial e é obrigado a escrever 144 elogios a ex-namorada

Saiu no site O GLOBO : 

 

Veja publicação original:   Homem viola ordem judicial e é obrigado a escrever 144 elogios a ex-namorada

 

 

O americano Daren Young tinha ordem judicial de tribunal no Havaí (EUA), emitida em fevereiro deste ano, para ficar totalmente afastado de uma ex-namorada. Mas ele acabou violando a ordem de restrição dois meses depois, de acordo com a agência AP.

De acordo com a lei, Daren, de 30 anos, poderia ser condenado à prisão, mas a juíza Rhonda Iwalani Lai Loo resolveu adotar uma pena alternativa – e inusitada e criativa!

Na semana passada, a magistrada condenou Daren a escrever 144 elogios – diferentes! – à ex! O número corresponde à soma das mensagens de texto com palavras agressivas que Daren enviou à ex em um intervalo de apenas três horas.

“Para cada coisa ruim que você disse sobre ela, vai ter que dizer uma coisa boa”, declarou a magistrada ao réu.

Além de coisas boas a dizer sobre a ex, Daren terá que pagar multa de o equivalente a R$ 7.700 e realizer 200 horas de serviços comunitários. Ele ficará sob regime de condicional por dois anos.

“Espero que você não tenha mais nem o telefone dela”, disse a juíza.

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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