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Iniciativas contra o assédio durante o Carnaval se espalham pelo país

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original:  Iniciativas contra o assédio durante o Carnaval se espalham pelo país

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Ainda que seja tempo de folia, mulheres lutam contra a violência

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Por Pamela Malva

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Durante o Carnaval, enquanto muita gente se preocupa com as fantasias, mulheres de várias faixas etárias estão preocupadas com a própria segurança. Pensando nisso, diversas iniciativas contra o assédio na folia foram criadas.

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Uma delas é a #AconteceuNoCarnaval. A iniciativa pretende atuar em Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, João Pessoa, Campina Grande e Ouro Preto.

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Com o apoio de quatro organizações sociais, Rede Meu Recife, Mete a Colher, Women Friendly e Minha Sampa, o grupo vai distribuir “fitinhas da sororidade”. O intuito é identificar as mulheres que estão dispostas a ajudar em situações de abuso e violência.

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E, mesmo quando a festa acabar, o trabalho seguirá. A campanha pretende contabilizar diversos relatos para mapear casos de assédio e elaborar um relatório, que será enviado para o poder público.

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O coletivo Não É Não! pretende discutir os temas de assédio e combater a cultura da violência através da distribuição das famosas tatuagens temporárias. É na capital baiana, onde uma mulher é violentada a cada 56 minutos, que a distribuição de 5 mil tatuagens foi financiada coletivamente.

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Também na Bahia, o coletivo Respeita as Mina, ativo desde 2017, procura enfrentar a violência contra as mulheres. É uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM-BA).

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No Distrito Federal, a campanha Folia com Respeito tem o objetivo de garantir a segurança dos foliões. Tanto os representantes do poder público quanto os dos bloquinhos assinaram uma carta-compromisso que continha uma lista com as tarefas a serem cumpridas durante o Carnaval.

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Este ano, a campanha irá distribuir panfletos e adesivos em bloquinhos, além de trazer, novamente, um trio-elétrico sem cordas. A ideia é empoderar os públicos-alvo da campanha, mostrando, em vídeos, que se divertir respeitando a diversão alheia é o ideal em dias de festa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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