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Em ‘Justiça por Elas’, atriz revela episódio de violência doméstica vivida

Saiu no site GSHOW

 

Como a violência doméstica atinge mulheres de todas as idades e classes sociais. Este é o primeiro recorte que a série documental “Justiça por Elas“, que estreia no GNT no domingo (10), às 23h, traz em seu primeiro episódio.

Ele mostra a história da atriz e apresentadora Maria Gal, que sofreu violência doméstica de um parceiro, que quis largá-la sozinha à noite numa estrada. Ela conta que teve medo de denunciar o ex-companheiro pelo episódio, o que acontece com muitas mulheres.

Conta também a história da advogada Zeila Plath, que foi vítima de violência doméstica dos 17 aos 22 anos, em todas as fases de seu relacionamento.

A produção, que faz um alerta sobre os diferentes crimes cometidos contra elas nas esferas doméstica e pública no mês da mulher, aponta ainda saídas para as pessoas que foram vítimas de casos como estes.

Crimes contra as mulheres

 

A série conta com sete episódios, exibidos semanalmente, e cada um deles abordará um tipo de crime contra a mulher: violência doméstica, assédio, estupro, assédio judicial, estelionato emocional, violência on-line e feminicídio.

“Justiça por Elas” tem apresentação de Gabriela Manssur, advogada especializada no direito da mulher e ex-promotora pública, que discutirá os aspectos jurídicos, práticos e emocionais de cada tipo de violência.

A advogada conversará com pensadoras e pesquisadoras do tema, e nomes relevantes do direito, da psicologia e da política nacional. Participarão da série a ativista Maria da Penha (que batizou a lei contra violência à mulher), a estilista Paula Fernanda Telinski (vítima de um golpista) e a atriz Maria Gal (que conseguiu sair de um relacionamento abusivo).

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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