Saiu no site R7
O documento destaca a “impossibilidade de a policial ter atirado contra a própria cabeça” e “uma segunda pessoa estaria envolvida na morte”
Um novo laudo reforça que a soldado Gisele Santana foi assassinada. Uma audiência na Justiça que aconteceu nesta segunda-feira (5), deve decidir se o marido dela, o tenente-coronel da polícia de São Paulo, Geraldo Rosa Neto, vai a júri popular. O laudo mais recente da polícia científica reforça que a soldado Gisele Santana, de 32 anos, foi assassinada.
O documento destaca a “impossibilidade de a policial ter atirado contra a própria cabeça” e “uma segunda pessoa estaria envolvida na morte”. A perita do Instituto de Criminalística, reforça que a conclusão não depende da interpretação pessoal de vestígios na cena do crime, mas de testes práticos que podem ser repetidos por qualquer outro especialista. O laudo complementar foi um pedido da defesa do tenente-coronel Geraldo Rosa Neto em uma tentativa de afastar a hipótese de feminicídio.
Nesta segunda-feira (5), Geraldo Rosa Neto deixou o presídio militar por algumas horas. Depois de três adiamentos, ele foi interrogado neste fórum criminal, na zona oeste de São Paulo. A audiência deve definir se ele irá a júri popular. O crime aconteceu no dia 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal morava. O coronel Rosa Neto é réu por feminicídio e fraude processual.







