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Homem é denunciado por transmitir HIV intencionalmente a mulheres em Porto Velho

Saiu no site G1

Quatro vítimas já confirmaram a contaminação; suspeito foi preso. Ministério Público aponta que o homem sabia do diagnóstico e recusou tratamento para infectar parceiras.

Um morador de Porto Velho foi denunciado pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO) por transmitir HIV intencionalmente para várias mulheres com quem namorou. Ele foi preso no dia 10 de junho e permanece detido. Seu nome não foi divulgado.

Segundo o MP-RO, o suspeito tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que ele não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava.

🔎O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão.

Até a última atualização desta reportagem, quatro vítimas confirmaram a contaminação. Segundo o MP-RO, existem outras mulher na “janela imunológica”, que é o intervalo entre o contato com o vírus e a capacidade dos exames de detectá-lo.

O caso começou a ser investigado quando três mulheres com quem ele namorou procuraram o MP-RO para relatar o caso. Elas foram atendidas pelo Núcleo de Atendimento às Vítimas (Navit) e receberam acolhimento psicológico. Um processo foi instaurado e então surgiu a quarta vítima.

Segundo o MP-RO, mesmo respondendo à ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus. Diante disso, foi solicitada sua prisão preventiva.

O MP-RO pede que outras pessoas que tenham mantido relacionamento com o investigado procurem o Navit através dos telefones e WhatsApp (69) 99906-6411 e (69) 98408-9931, ou de forma presencial no edifício-sede do MPRO, localizado na Rua Jamari, 1555, em Porto Velho.

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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