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Homem que matou atual namorado de ex em São Roque é condenado a cumprir 15 anos de prisão

Saiu no site G1

Homem foi preso por matar o atual namorado da ex a tiros, no Jardim Rene, em São Roque (SP). O Tribunal de Justiça (TJ-SP) divulgou a decisão neste domingo (19). O crime ocorreu em março de 2023.

 

A Justiça condenou Renato José dos Santos a 15 anos de prisão pelo homicídio qualificado de Jonas Francani, ocorrido no bairro Jardim Rene, em São Roque (SP), em março de 2023. A vítima era atual namorado da ex do réu.

Conforme apurado pela TV TEM, Renato não aceitava o fim do relacionamento de nove anos com a mulher e disparou contra o atual namorado dela enquanto o casal estava dentro de um carro.

A decisão, divulgada neste domingo (19), rejeitou o recurso da defesa em segunda instância e condenou Renato por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e uso de recurso que impediu a defesa da vítima, além do porte ilegal de arma de fogo.

 

Relembre o caso

 

Renato disse “boa noite” antes de atirar em Jonas, segundo o boletim de ocorrência. O caso aconteceu na noite de 16 de março, no bairro Jardim Rene, em São Roque.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher contou à Guarda Civil Municipal (GCM) que estava com o namorado dentro do carro, em frente à casa dela, na Rua José Daniel Arnóbio, perto da Câmara dos Vereadores, quando o ex apareceu em uma moto.

No relato, a mulher ainda disse que ouviu o ex dizendo “boa noite”, antes de sacar uma arma e efetuar diversos disparos contra a vítima, que em seguida, fugiu do local.

Todos os disparos atingiram apenas o homem. A mulher sofreu um ferimento no braço, possivelmente, segundo a polícia, decorrente do momento em que foi tentar socorrer o namorado que estava com estilhaços de vidro no corpo.

Renato foi localizado e abordado junto ao pai. Ao avistar a equipe, ele se entregou e confessou o crime. O revólver utilizado no crime foi encontrado no veículo da família e o homem foi preso em flagrante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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