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56% das mulheres na liderança já passaram pela síndrome da impostora

Saiu no IG

Apesar dos avanços, a presença de  mulheres em cargos de liderança ainda é tímida. Uma pesquisa feita pela Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, mostrou que 70% das executivas entrevistadas  se sentiam uma fraude no trabalho.  De acordo com um outro estudo feito em 2020 pela consultoria de gestão KPMG, a síndrome da impostora abala a confiança de 75% das mulheres no mercado.

Como se não bastasse a desigualdade de gênero, as poucas lideranças femininas enfrentam dificuldades para se estabelecer nos cargos. Dentre as 700 executivas entrevistadas, 56% temiam que as pessoas ao seu redor não acreditassem que elas eram tão capazes quanto o esperado. Já um relatório do Fórum Econômico Mundial sinaliza que vamos levar 136 anos para atingir a equidade de gênero.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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