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Mulheres agredidas por surfista se unem após enfrentar violência e ciúme: ‘Choramos muito’

Saiu na Marie Claire

Quando Carolina Braga viu o vídeo de João Paulo Azevedo agredindo a surfista norte-americana Sarah Taylor em Pandawa Beach, na Indonésia, ela conta que gelou. Carolina namorou o capixaba de 39 anos entre 2018 e 2019 e, diante daquelas imagens, reviveu o que define como um dos piores momentos de sua vida: quando foi agredida pelo mesmo homem.

Ela, que nunca havia citado esse caso na internet, decidiu expor a dor que sofreu em um post no Instagram, relatando que foi vítima de JP Azevedo. O que era para ser um desabafo, acabou virando quase que um movimento.

“Eu não esperava que isso fosse repercutir tanto. Foi uma maneira que encontrei de desabafar. Mas muitas mulheres estão vindo falar comigo, dizendo que também sofreram ou sofrem violência doméstica. Além disso, algumas mulheres que entraram em contato foram vítimas da mesma pessoa que eu”, revela a surfista em entrevista a Marie Claire.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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