HOME

Home

Indústrias de leite lançam canal de denúncia de violência contra a mulher

Saiu no Globo Rural

Leia a publicação original

Parmalat, Elegê, Batavo e Itambé atuam em parceria com o Projeto Justiceiras; segundo a ONU, o Brasil ocupa a quinta colocação entre as nações com maiores índices de violação de direitos das mulheres

Quatro grandes marcas de leite do mercado brasileiro lançam, nesta quarta-feira (8/3), um canal de denúncias para combater a violência contra a mulher.

Em parceria com o Projeto Justiceiras, Parmalat, Elegê, Batavo e Itambé disponibilizam uma ferramenta por meio de um QR Code estampado em cerca de 200 milhões de caixinhas de leite UHT.

De acordo com a advogada e ex-promotora Gabriela Manssur, o foco da iniciativa é facilitar o acesso à Justiça e ao sistema de proteção, colocando o socorro na frente das brasileiras todos os dias.

“O leite está na mesa de famílias de diferentes faixas etárias e classes sociais. Estampar esse chamado nas milhares de caixinhas consumidas pelo Brasil é um serviço público”, diz.

Ao acionar o canal, as mulheres terão acesso ao auxílio de profissionais das áreas da Justiça, Saúde, Psicologia, Socioassistencial, Acolhimento, entre outras.

Por meio de suas marcas, a Lactalis do Brasil é a primeira empresa do setor alimentício a aderir à rede coordenada pela ONG Justiça de Saia, criada em 2020 para a identificação, prevenção e combate à violência contra a mulher.

Leia a matéria completa aqui!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME