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Projeto oferece auxílio para mulheres que vivem nas ruas do Rio

Saiu na Agência Brasil

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Fome, abuso, conflitos familiares… palavras que fazem parte da rotina de muitas meninas e mulheres que vivem nas ruas da capital fluminense. Um projeto do Instituto de Ciências da Saúde Carlos Chagas, Instituição de Ensino Superior com mais de 60 anos de história, quer mudar essa realidade, oferecendo consultas médicas, atendimento psicológico, apoio jurídico e cursos de capacitação para a geração de trabalho e renda.

O cirurgião plástico Ricardo Cavalcanti Ribeiro, presidente do Instituto, e um dos idealizadores do “Projeto Menina, Moça Mulher”, ressalta a importância da iniciativa, que conta com o apoio do governo federal, no desenvolvimento de ações de educação em saúde, planejamento familiar e cuidado com os filhos.

Além do suporte emocional, também são oferecidas a essas pessoas em situação de rua palestras e ajuda para tirar documentos, como carteira de identidade e de trabalho.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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