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Elas Digitalizam: programa financiará mulheres empreendedoras em 3 mil

Saiu no Terceiro Setor

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Pensando em assistir mulheres empreendedoras impactadas pela pandemia do Covid-19 Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), com apoio da Fundação Visa, lança o projeto Elas Digitalizam.

O projeto vai apoiar e incentivar negócios liderados por mulheres a criar uma marca e uma estratégia digital para seus negócios, através de metodologia em três fases: capacitação com conteúdo e ferramentas para transformação digital do negócio; mentoria para apoiar o uso das ferramentas; doação de capital e aceleração de negócios.

Voltado para mulheres empreendedoras acima dos 18 anos, com negócios formais e informais, o programa abordará temas sobre a importância da digitalização para os pequenos negócios, planejamento de marketing, experiência do cliente e mais.

Ao final do processo de capacitação, na fase de mentoria, os negócios inscritos poderão concorrer a 3 mil reais em ‘capital semente’ para se desenvolverem.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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