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Nesta segunda-feira (8) a coluna ‘’Senta aqui, com Marina Vergueiro’’ recebe a advogada Marina Ganzarolli

Saiu no Agência AID

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A advogada Marina Ganzarolli é a convidada da coluna “Senta aqui, com Marina Vergueiro’’ nesta segunda-feira (8).

Marina é advogada especializada em compliance cultural, diversidade e direito da mulher. Há 15 anos atua na defesa e na garantia dos direitos de mulheres e LGBTs vítimas de violência. Também é empreendedora social, idealizadora e presidenta da deFEMde – Rede Feminista de Juristas, e do Me Too Brasil, um movimento de luta contra o assédio e o abuso sexual

Doutoranda e mestra em Sociologia Jurídica pela Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), a advogada é Conselheira Estadual Titular da OAB-SP.

Atualmente Marina é assessora especial para Direito LGBT da Associação Brasileira das Mulheres de Carreiras Jurídicas, membro da Rede de Mulheres LBTQ, pesquisadora do Núcleo Direito e Democracia do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, e está na direção da Secretaria do Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero e da Secretária da Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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