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Mulheres debatem o papel feminino no meio rural e na produção de alimentos nesta terça

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Uma reunião on-line na noite desta terça-feira, 19, vai debater o papel feminino no meio rural e na produção de alimentos. Por meio da página do YouTube da Rede Sul, Transição do Campo Agroecológica de entidades que lutam pela geração de não agroecologia através de preservação ambiental, um Encontro Integrativo, renda coletiva da 6º. Quatro mulheres debater o tema Mulheres em Movimento: Agroecologia e Alimentação .

Como participantes da professora Cristina Vergutz, doutora em Educação e Coordenadora da Escola Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (Efasc); Salete de Andrade, agricultora camponesa de Sinimbu; Bruna Richter Eichler, egressa e monitora da Efasc e estudante de Agroecologia; e Taís de Oliveira Moura, agricultora e estudante de Agroecologia. O evento é aberto para quem quiser assistir, através do link . A live será transferida a partir das 19 horas.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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