HOME

Home

Cinco livros escritos por mulheres negras para serem lidos em julho

Saiu no GAZ

Leia a Publicação Original

Na próxima segunda-feira, 25 de julho, comemora-se o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha. Um dado simboliza a luta e resistência contra o racismo e o sexismo vivido até hoje, por vezes de forma brutal e mortal, por muitas mulheres. O combate se dá, no enaltecimento e fortalecimento das vozes estas mulheres, que por tanto tempo também foram caladas.

Por isso, em homenagem à data, o doutorando em Literaturas Africanas e Coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Estácio-RS, Paulo Sergio Gonçalves, indica cinco livros escritos por mulheres negras para incluir nas leituras do mês – e do ano façam.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME