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Mulheres no setor de saúde e assistência ganham 24% menos que os homens, diz OMS

Saiu na CNN

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As mulheres no setor de saúde e cuidados enfrentam uma maior disparidade salarial em comparação aos homens do que em outros setores econômicos. Em média, elas ganham 24% menos do que seus pares do sexo masculino.

Os dados são de um novo relatório conjunto da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta quarta-feira (13).

Uma das análises mais abrangentes do mundo sobre desigualdades salariais de gênero na saúde, o relatório revela uma disparidade salarial bruta de aproximadamente 20 pontos percentuais, que salta para 24 pontos percentuais ao levar em conta fatores como idade, educação e tempo de trabalho.

O relatório destaca que as mulheres são mal remuneradas por seus atributos do mercado de trabalho quando comparadas aos homens e afirma que grande parte da diferença salarial é inexplicável e pode ser associada à discriminação em relação às mulheres, que representam 67% dos profissionais de saúde e assistência em todo o mundo.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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