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Pai estupra filha lésbica para “mostrar que sexo é melhor com homem”

Saiu no site Metrópoles:

O homem foi condenado pela Justiça a 21 anos de prisão em regime fechado

Um caso bárbaro foi julgado em Warkwick, Reino Unido. Um pai foi condenado a 21 anos de prisão após estuprar a filha por três vezes. Segundo a jovem, que se assumiu homossexual, disse que o homem a obrigava a fazer sexo com ele para mostrar que “transar com machos era bem melhor”. Na época do crime, ela tinha 16 anos.

O juiz do caso foi incisivo com o autor do crime. “Quando ela se assumiu gay e te contou, você reagiu mostrando uma raiva real e incontrolável e decidiu estuprá-la para mostrar que ela faria sexo melhor com um homem do que com uma mulher. O estupro envolve degradação e humilhação. O ato demonstra sua hostilidade por ela ser lésbisca”, disse Andrew Lockhart, segundo o The Sun.

Além dos 21 anos de prisão, o homem será registrado como “abusador sexual”. “As vítimas nesse caso horrível mostraram uma incrível coragem para falar e assegurar que o abusador seria levado à Justiça. Esse caso mostra que os sobreviventes de abusos devem ser ouvidos, não importa há quanto tempo ocorreu”, concluiu o juiz. O estupro da jovem ocorreu no fim dos anos 1990.

 

 

 

Publicação Original: Pai estupra filha lésbica para “mostrar que sexo é melhor com homem”

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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