HOME

Home

Instituto Mary Kay e Justiceiras anunciam parceria contra violência doméstica

Saiu no site Instituto Nelson Wilians.

 

Veja a Publicação original.

Publicado pela Redação da Revista Glamour em 06 de outubro de 2020

O Instituo Mary Kay acaba de anunciar uma parceria com o Projeto Justiceiras, visando proteger e defender mulheres vítimas de violência doméstica. O objetivo da parceria é ampliar a rede de apoio e orientação às mulheres, garantindo serviços como orientação jurídica e acolhimento. No Brasil, os números de casos de violência aumentaram depois do início da pandemia, segundo dados de abril.

A parceria entre os projetos garantirá atendimento jurídico, psicológico e médico, assegurado pelo Ação Justiceiras e, por parte da Mary Kay, garantirá atendimento especial para mulheres de todo o Brasil por meio de WhatsApp (11) 99639-1212, além de forma presencial, além de encaminhamento para os serviços de Defensoria Pública, Ministério Público, Delegacias, Poder Judiciário, Casa da Mulher Brasileira, abrigos temporários e sigilosos, e demais serviços existentes no local em que a vítima sofreu violência.

A iniciativa complementa o apoio da Mary Kay para a campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica, que incentiva mulheres vítimas a denunciarem. Ao desenhar um X vermelho na palma da mão, ela poderá mostrar para farmacêuticos de mais de dez mil farmácias parceiras espalhadas pelo país para receber auxílio necessário.

Veja a Matéria Completa Aqui!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

Veja também

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

HOME