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Parceria inicia projeto para ajudar mulheres vítimas de violência

Saiu no site R7.

 

Veja a Publicação original.

No Brasil, os números mostram que a violência doméstica coloca em risco a vida de milhares de mulheres diariamente. E, durante o isolamento social imposto devido à pandemia do novo coronavírus, os índices ficaram ainda piores.

Desde a sua fundação, a marca de cosméticos Mary Kay tem como propósito enriquecer a vida das mulheres por meio de uma oportunidade de negócio único, para que elas possam ser donas de suas próprias histórias. O instituto da empresa apoia causas que combatem a violência contra a mulher e, atualmente, iniciou uma parceria com o Projeto Justiceiras, do Instituto Justiça de Saias.

Fundados pela Promotora de Justiça Gabriela Manssur, o Instituto Justiça de Saia e a Ação Justiceiras são dedicados à promoção e defesa dos direitos das mulheres, reunindo serviços que visam prevenir e enfrentar a violência doméstica, com atendimento jurídico, psicológico e médico.

Como parceira, a Mary Kay viabilizará atendimento especial, oferecendo às mulheres de todo Brasil, além das colaboradoras e consultoras de beleza independentes, orientação Jurídica, assistência social e psicológica (online e presencial), acolhimento e encaminhamento para os serviços disponíveis, como Defensoria Pública, Ministério Público, Delegacias, Poder Judiciário, Casa da Mulher Brasileira, abrigos temporários e sigilosos e demais serviços existentes no local em que a vítima sofreu violência.

A iniciativa complementa o apoio da Mary Kay para a campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica, uma união entre a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) com o objetivo de incentivar as denúncias de violência doméstica. Ao desenhar um “X” vermelho na palma da mão, a vítima poderá mostrar para os profissionais de uma das 10 mil farmácias parceiras espalhadas pelo Brasil e receber o auxílio necessário.

Veja a Matéria Completa Aqui!

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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