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Medidas protetivas podem renovadas pela internet ou por telefone durante pandemia, diz TJPB

Saiu no site G1

 

Veja publicação no site original: Medidas protetivas podem renovadas pela internet ou por telefone durante pandemia, diz TJPB

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Ação é para facilitar o acesso e proteger as vítimas durante o período de isolamento social.

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A partir desta quinta-feira (9), as mulheres que quiserem renovar as medidas protetivas podem fazer a solicitação pela internet ou por telefone na Paraíba. A ação acontece para facilitar o acesso e proteger as vítimas durante o período de isolamento social ocasionado pela pandemia da Covid-19.

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As mulheres que têm medidas protetivas vencidas ou perto de vencer devem baixar e preencher o formulário pela internet e enviar para o e-mail medidasprotetivas@semdh.pb.gov.br. A partir disso, uma técnica da Secretaria da Mulher e Diversidade Humana (Semdh) vai inserir o pedido no Processo Judicial Eletrônico (PJe), que será avaliado pelo juiz ou juíza competente para o deferimento.

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Quem não tem acesso à internet poderá ligar para os números de telefone, que também são conectados ao Whatsapp, para solicitar a renovação. Neste caso, uma técnica vai preencher o formulário e inserir o pedido no PJe para avaliação e deferimento da Justiça.

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  • Número estadual: (83) 99146-7175
  • Campina Grande: (83) 98826-8834
  • Região do Cariri: (83) 99400-7022

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A iniciativa é feita pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar; e o Governo do Estado, através Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (SEMDH).

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Segundo dados do TJPB, mais de 5 mil medidas protetivas estão tramitando no estado. Somente entre 18 de março a 4 de abril, 181 novas medidas foram solicitadas, desde o início da sistemática de trabalho remoto decretada pelo TJPB para contenção do contágio por Covid-19.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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