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Novas Barbies são cada vez mais inclusivas, com mais tons de pele, vitiligo e sem cabelo

Saiu no site DELAS – PORTUGAL

 

Veja publicação no site original: Novas Barbies são cada vez mais inclusivas, com mais tons de pele, vitiligo e sem cabelo

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A Mattel quer a sua célebre boneca a representar cada vez mais mulheres e tem, nos últimos anos, feito um grande esforço nesse sentido.

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Mattel quer a sua célebre boneca a representar cada vez mais mulheres e tem, nos últimos anos, feito um grande esforço nesse sentido. Desde bonecas em cadeiras de rodas ou mesmo astronautas ou cientistas, vários são os estereótipos que uma das bonecas mais populares de sempre tem vindo a tentar quebrar.

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A nova linha de bonecas da Mattel pretende mostrar a “visão de uma beleza multidimensional” de forma a “representar a diversidade global e a inclusão social“, afirma a marca no seu site oficial. As bonecas serão comercializadas no decorrer deste ano de 2020.

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Veja o vídeo promocional desta nova linha, partilhado no Instagram Oficial da Barbie:

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https://www.instagram.com/p/B73vZt3hjr0/

Uma das bonecas tem vitiligo, tal como pode observar na imagem abaixo:

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[Imagem: Mattel]

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Para além deste exemplo, foi também desenhada uma Barbie sem cabelo ou com uma prótese na perna. Vários são os tons de pele disponíveis também nas várias bonecas.

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[Imagem: Mattel]

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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