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Perfil reúne fotos de mulheres reais que não estão nem aí para as expectativas da sociedade

Saiu no site HYPENESS

 

Veja publicação original:   Perfil reúne fotos de mulheres reais que não estão nem aí para as expectativas da sociedade

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É preciso ser forte para se mostrar vulnerável. Porém, mais importante ainda, é preciso ter coragem para dizer ao mundo que mulheres não precisam ser perfeitas e atender as expectativas de absolutamente ninguém. Mulheres também não precisam ser magras, mães e estarem o tempo todo sorrindo. Em tempos de redes sociais e perfis que fazem um desserviço à liberdade feminina, o Instagram Women in Real Life, não está preocupado com um feed bonito – mas sim, real e reúne fotos de mulheres reais que não estão nem aí para as expectativas da sociedade.

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Para mostrar que as mulheres não precisam de filtros e retoques irreais, o perfil tem compartilhado momentos crus de sua vida cotidiana da mulher. Este lado que as pessoas dificilmente mostram. A expectativa em torno da mulher sempre foi selvagem. Mulheres precisam casar, ter filhos, ser boas mães, independentes, lindas, magras e, de preferência submissas. Tudo ao mesmo tempo. Como se isso fosse possível.

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Com mais de 150 mil seguidores e crescendo a cada dia, esta página é essencial para quem quer refletir sobre igualdade dos sexos. Porque é importante discutir sobre empoderamento e salários iguais, mas antes de tudo precisamos escancarar a tirania das expectativas da sociedade em relação às mulheres.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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