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Kakebo: Técnica japonesa criada para empoderar mulheres promete reduzir gastos em até 35%

Saiu no site HYPENESS

 

Veja publicação original:  Kakebo: Técnica japonesa criada para empoderar mulheres promete reduzir gastos em até 35%

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Por Vitor Paiva

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Economizar o dinheiro que se ganha é uma tarefa das mais árduas, mas que pode fazer a diferença em praticamente todos os outros aspectos de nossas vidas. A sabedoria ensina que, mais do que não gastar, o segredo da economia é saber gastar. Uma antiga técnica japonesa intitulada Kakebo utiliza somente um caderno, caneta e força de vontade para ensinar não só a organizaros gastos, como promete a possibilidade de se economizar até 35% do seu rico salário.

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O Kakebo foi criado em 1904 por Hani Motoko, considerada a primeira mulher jornalista do Japão. A ideia de Motoko era oferecer autonomia para as mulheres do país, através do controle sobre as decisões financeiras como uma ferramenta libertadora. E não por acaso, mesmo em uma época repleta de aplicativos para smartphone que oferecem métodos de organização e controle de gastos, os caderninhos do Kakebo seguem populares por lá.

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Trata-se de uma técnica trabalhosa mas que, por isso mesmo, seria eficaz. Inicialmente é preciso registrar suas despesas, de forma diária ou semanal, separando-a em categorias. A separação pode ser diversas – em, por exemplo, Renda (salários, investimentos, pensões, etc…), despesas fundamentais (casa, transporte, alimentação, serviços de casa, médicos, remédios, etc…), lazer (compras, academia, cursos, restaurantes), extras (viagens, presentes, shows, etc…) e o que mais lhe parecer necessário. O método sugere o uso de cores diferentes, para tornar o processo mais visível e atraente.

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Em seguida, partimos para a subtração: retirar de quanto se ganha o valor que se gasta. Como o Kakebo não é somente uma questão de controle, mas sim de melhora financeira, o método não acaba por aqui. O equilíbrio seria encontrado através de quatro perguntas essenciais: Quanto dinheiro você economizou? Quanto gostaria de ter economizado? Quanto está realmente gastando? Como poderia melhorar o processo no próximo mês?

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Segundo os praticantes, o aspecto manual é uma virtude do Kakebo, tornando o usuário mais consciente e atento aos gastos.

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O processo promete economias de até 35% mensais. Difícil de acreditar, né? Mas, seja como for, ele seguramente ao menos organiza e ajuda a entender nossas finanças, sem milagres ou falsas promessas, o que já vale ouro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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