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Missy Elliott será a 1ª mulher rapper a entrar para o Hall da Fama dos Compositores

Saiu no site REVISTA MARIE CLAIRE

 

Veja publicação original:    Missy Elliott será a 1ª mulher rapper a entrar para o Hall da Fama dos Compositores

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Cantora será a segunda musicista do hip-hop a entrar no Hall da Fama, juntando-se ao Jay-Z, que entrou em 2017

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Missy Elliott está prestes a se tornar a primeira mulher no hip-hop a ser incluída no Hall da Fama dos Compositores. Ela se junta a Dallas Austin, Tom T. Hall, John Prine, Jack Tempchin e Yusuf Islam/Cat Stevens na classe de 2019.

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Falando sobre as seleções deste ano, Nile Rodgers, que se tornou presidente do Hall no ano passado, disse que “a primeira coisa que você precisa saber é que é sobre a música, a segunda coisa que você precisa saber é que é sobre a música, a terceira coisa que você precisa saber é que é sobre a música”.

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E completou: “A classe de 2019 representa a diversidade e a união entre gêneros musicais e gênero, destacando nossa missão dedicada a homenagear os criadores de música que enriqueceram nossas vidas. São escritores que literalmente transformaram a música e ajudaram a tornar possível o que está acontecendo hoje.”

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Além de ser autora de vários discos de platina, ganhar Grammys e ser merecedora de uma estátua em sua homenagem, Missy escreveu para uma série de outros artistas nas últimas duas décadas, incluindo Beyoncé, Aaliyah, Whitney Houston e Ciara. Neste verão, ela se tornará a segunda rapper no Hall da Fama, juntando-se ao Jay-Z, que entrou em 2017.

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A cerimônia de entrada no Hall da Fama dos Compositores em 2019 acontecerá em Nova York no dia 13 de junho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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