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Elisa Volpatto vive, no teatro, questões atuais a partir da história de Sylvia Plath

Saiu no site EBC

 

Veja publicação original:   Elisa Volpatto vive, no teatro, questões atuais a partir da história de Sylvia Plath

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Escritora norte-americana inspira espetáculo do coletivo paulista Vulcão

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O espetáculo PULSO – a partir da vida e da obra de Sylvia Plath traz passagens da vida mesclados a textos da autora norte-americana, que viveu entre 1932 e 1963. A atriz Elisa Volpatto conta, em entrevista ao Arte Clube, que a história de Sylvia dialoga com as lutas das mulheres contemporâneas.

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“Eu tinha vontade de falar sobre a ciação feminina, os espaço social da mulher, que lugar ela ocupa e como ela se divide nessas diversas funções. Esse assunto vem me atravessando: como as mulheres ficam sobrecarregadas pelo doméstico e têm que – muitas delas – sucumbir. A Sylvia tinha uma vontade enorme de criar, mas nos anos 50 era fadada a ficar em casa, cuidando dos filhos, com o jantar pronto”, explica.

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Elisa também fala sobre o trabalho na série Assédio (GloboPlay), em que vive uma jornalista que dá voz às denúncias de centenas de mulheres contra o médico Roger Abdelmassih.

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Clique no player e ouça a entrevista completa.

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Elisa Volpatto vive Sylvia Plath no teatro

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SERVIÇO
PULSO – a partir da vida e da obra de Sylvia Plath
Temporada: de 08 a 30 de janeiro de 2019
Local: Teatro Poeira (Rua São João Batista, 104 – Botafogo)
Horário: terças e quartas, às 21h
Ingresso: R$ 50,00 e R$ 25,00 (meia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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