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Conheça 11 séries que têm mulherões de responsa como protagonistas

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Veja publicação original:  Conheça 11 séries que têm mulherões de responsa como protagonistas

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Serviços de streaming à la Netflix têm investido em séries com protagonistas femininas complexas, fortonas que, diferentemente da maioria das produções voltadas para o público feminino, não falam de amor ou deixam o tema em segundo plano.

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São mulheres adultas com uma carreira profissional de alto nível, ou que vivem uma questão emocional complicada, vida sexual bombada ou que simplesmente decidiram viver a vida como quiserem — apesar de serem criticadas e pagarem um preço alto pelas suas escolhas.

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Montamos uma lista com alguns dos melhores seriados dessa categoria, que vão estrear em breve ou que já estão disponíveis. Veja:

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“Boneca Russa”

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Reprodução/YouTube
 Natasha Lyonne em “Boneca Russa”Imagem: Reprodução/YouTube

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A série, que estreia em fevereiro, tem Natasha Leone, a Nicky Nichols de “Orange Is the New Black”, como Nadia. Na história, dividida em oito episódios, a personagem está na própria festa de aniversário e morre toda vez que tenta ir embora — isso mesmo, ela morre, volta no tempo, e morre de novo. E de novo, e de novo.

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Em entrevista à revista “The Hollywood Reporter”, Natasha comentou que a comédia é “uma aventura existencial” e que, apesar da fórmula da narrativa ser antiga, é a primeira vez que traz uma mulher como protagonista.

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Onde assistir: na Netflix, a partir de 1º de fevereiro.

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“Good Girls”

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Divulgação
 As protagonistas de “Good Girls”Imagem: Divulgação

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Três mulheres de uma cidade pacata dos Estados Unidos bolam um plano para assaltar um supermercado e sair do buraco financeiro. No elenco está Christina Hendricks, a Joan Harris de “Mad Men”, que se vê falida depois de descobrir que o marido tem uma amante e que gastou todas as economias da família. A segunda temporada estreia em março.

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Onde assistir: na Netflix, toda a primeira temporada. A segunda estreia em março.

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“Wanderlust”

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Divulgação
 Toni Collette em “Wanderlust”Imagem: Divulgação

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No ar desde outubro de 2018, a série acompanha a história do casal Joy (Toni Collette brilhando) e Alan Richards (Steven Mackintosh). É dela o primeiro passo para uma conversa séria sobre a vida sexual dos dois, que esfriou depois de anos de casamento, quando sugere abrirem o relacionamento. A personagem de Toni foi a primeira a ter um orgasmo em uma série da BCC.

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Onde assistir: na Netflix, toda a primeira temporada (ainda não foi anunciado se haverá a segunda).

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“Gipsy”

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Divulgação
 Cena de “Gipsy”, com Naomi WattsImagem: Divulgação

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A psicanalista Jean Holloway (Naomi Watts) começa a entrar mais do que deveria na vida dos pacientes e, aos poucos, vão sendo reveladas suas frustrações com a vida estável que leva.

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Os capítulos são longos e não tão dinâmicos quanto a maioria das séries atuais. Se isso não for problema para você, invista. Para muita gente foi, a audiência não foi das melhores e a Netflix cancelou a produção.

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Onde assistir: na Netflix, toda a primeira e única temporada.

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“Doctor Foster”

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Reprodução
 Cena da série “Doctor Foster”Imagem: Reprodução

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Na série britânica, a médica Gemma Foster (Surane Jones) começa a desconfiar que o marido tem uma amante.

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Ela vai fundo na investigação e, de tanto fuçar, chega à verdade, que é até pior do que imaginava.

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Onde assistir: na Netflix, toda a primeira e a segunda temporadas.

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“The Fall”

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Divulgação
 Os protagonistas de “The Fall”Imagem: Divulgação

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A detetive Stella Gibson (Gillian Anderson) investiga uma série de mortes em Belfast, na Irlanda do Norte, para encontrar o serial killer responsável pelos crimes. Ao mesmo tempo, precisa resolver alguns demônios do passado.

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Onde assistir: na Netflix, todas as três e únicas temporadas.

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“The Sinner”

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Divulgação
 Cena de “The Sinner”Imagem: Divulgação

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Jessica Biel mostra talento para o drama no papel de Cora Tannetti, uma mulher que mata um homem a facadas, do nada, durante um dia de praia, com a orla lotada de famílias assistindo ao crime. A princípio condenada como mulher com problemas mentais, a investigação descortina um trauma que ela carrega desde a adolescência.

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Onde assistir: na Netflix, toda a primeira temporada (a segunda também está disponível, mas a história e o protagonista são outros).

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“How to Get Away with Murder”

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Divulgação
 Viola Davis é Annalise Keating na sérieImagem: Divulgação

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Uma das séries mais aclamadas da televisão atualmente, está na quinta temporada (embora a Netflix só disponibilize quatro), mas não poderia ficar de fora dessa lista por causa da protagonista poderosíssima vivida por Viola Davis. Annalise Keating é uma professora de direito que cria um grupo de estudos com alguns de seus alunos mais promissores. Eles se envolvem em um misterioso assassinato e, aí, o suspense começa.

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A série rendeu a Viola o Emmy de 2015, tornando-a a primeira mulher negra a ganhar o prêmio de melhor atriz de série dramática. Entre seus próximos trabalhos, promete fazer sucesso o filme sobre Shirley Chisholm, a primeira congressista negra americana.

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Onde assistir: na Netflix, todas as quatro temporadas.

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“Big Little Lies”

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Divulgação/HBO
 As protagonistas de “Big Little Lies”Imagem: Divulgação/HBO

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Nicole Kidman, Reese Witherspoon e Shailene Woodley vivem três amigas cujos filhos estudam na mesma escola e, por isso, se aproximam. Ao longo de sete episódios, situações envolvendo violência doméstica e estupro vão sendo revelados. A segunda temporada, com Meryl Streep no elenco, está confirmada para 2019, mas ainda sem data de estreia.

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Onde assistir: na HBO Go, toda a primeira temporada.

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“Sharp Objects”

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Divulgação
 Amy Adams em “Sharp Objects”Imagem: Divulgação

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A atriz Amy Adams vive Camille Preaker, uma jornalista que volta à sua cidade natal do interior para escrever sobre a morte de uma adolescente e o desaparecimento de outra. A série é bem sombria e a vida da própria Camille é cheia de episódios de violência e agressão. A série teve só uma temporada, com oito episódios. Amy não quer viver Camille novamente, diz que exige demais.

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Onde assistir: na HBO Go, toda a primeira e única temporada.

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“Divorce”

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Divulgação
 Sarah Jessica Parker em “Divorce”Imagem: Divulgação

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Sarah Jessica-Parker, a famosa Carrie de “Sex and the City”, estrela a série sobre uma mulher que tem um relacionamento fora do casamento e, depois que o marido descobre a traição, vive uma processo de divórcio conturbado. Poderia ser um drama, mas é comédia no estilo “rir para não chorar”. Depois de duas temporadas, a terceira já está garantida.

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Onde assistir: na HBO Go, toda a primeira e a segunda temporadas.

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“Mavelous Mrs. Maisel”

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Nicole Rivelli/Divulgação
 Midge Maisel é vivida por Rachel BrosnahanImagem: Nicole Rivelli/Divulgação

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Rachel Brosnahan acaba de ganhar o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia pelo segundo ano consecutivo pelo papel de Midge Maisel, uma dona de casa nova-iorquina dos anos 1950 que começa a trabalhar como comediante de stand-up depois de ser deixada pelo marido. A segunda temporada estreou em dezembro e a terceira já está garantida.

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Onde assistir: no Prime Video (serviço de streaming da Amazon), toda a primeira e a segunda temporadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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