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Suicídio de atriz pornô foi motivado por cena violenta, diz jornalista

Saiu no site UNIVERSA

 

Veja publicação original:  Suicídio de atriz pornô foi motivado por cena violenta, diz jornalista

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Uma cena agressiva de sexo pode ter motivado o suicídio da canadense August Ames, em dezembro de 2017. Ela tinha 24 anos.

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A conclusão é parte de uma reportagem do podcast “Serial”, que teve acesso às mensagens enviadas por um amigo e à última cena protagonizada por August.

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Segundo o jornalista Jon Ronson, o ator russo Markus Dupree, conhecido pela truculência em cena, a dominou de forma violenta. Ele diz que Dupree arrancou a calcinha de August e a fez ela engolir a peça.

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“Pensando com cuidado, é naquele momento que ela decide morrer”, conta o jornalista.

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Reclamou para amigos

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Encerrada a filmagem, August é entrevistada por um produtor, que pergunta se ela foi “bem tratada”. A entrevista serve para provar legalmente que houve consentimento. A atriz segura o cheque referente ao dia de trabalho, com a maquiagem borrada, cabelo para trás e os olhos marejados. Cabisbaixa, ela confirma que a relação foi consensual.

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Nas mensagens enviadas a um amigo, August diz que o ator agiu com o estilo “War Machine”, ou “Máquina de Guerra”. O termo refere-se ao ator Jon “War Machine”, ex-lutador e ator pornô que recebeu prisão perpétua por espancar a então namorada e atriz pornô Christy Mack, em 2017.

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Em 2018, Dupree venceu o AVN, ou o “Oscar” da indústria pornô norte-americana, pela atuação em outras produções.

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A morte

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O corpo de August foi encontrado próximo a um parque de Los Angeles, algumas semanas depois da última cena. A produção nunca foi lançada ao público.

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A reportagem afirma que a agressão somou-se a um histórico de abusos sexuais durante a infância de August e ataques virtuais. Em cinco anos, ela atuou em mais de 300 cenas pornográficas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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