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Na contramão do mercado, 11% das mulheres social media ganham mais que homens

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Veja publicação original: Na contramão do mercado, 11% das mulheres social media ganham mais que homens

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Por Stephanie Kohn

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De acordo com a pesquisa “O Profissional de Inteligência em Mídias Sociais no Brasil” publicada no final de novembro, as mulheres são maioria no mercado de inteligência em social media, dominando 55% do setor, e mesmo assim, ainda não ocupam os cargos mais altos. Mas já é possível ver um avanço, pois comparando todas as faixas salariais, mulheres ganham a mais que os homens em 11% dos casos. Dentre as respondentes, não há mulheres que ganham mais de 20 salários mínimos ao mês na área.

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A área está na contramão do mercado brasileiro, já que a pesquisa realizada neste ano pela Catho, aponta que a diferença salarial chega a ser 53% maior entre os homens. O realizador da pesquisa deste ano sobre o setor de mídias, Pedro Barreto, afirma que “estamos dando um passo incrível, ainda temos o que melhorar, é claro, mas é preciso que as novas áreas se desprendam do modelo arcaico do nosso mercado”.

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O estudo demonstra que as mulheres não apenas ganham mais ou são maioria no setor, mas também possuem mais experiência na área, em geral, elas detêm 10% a mais de tempo de mercado do que os homens. Isso acontece porque as mulheres também se capacitam mais, 36% delas fizeram algum curso livre enquanto os homens representam 24%. No todo a capacitação em mídias sociais aumentou 6% comparado ao ano de 2017.

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Dado importante também da pesquisa, mostra que 30% dos profissionais respondentes tem mais de 8 anos de experiência de mercado. “Isso corrobora a importância e seriedade do projeto em fornecer anualmente conteúdo estratégico para todo mercado”, finaliza Barreto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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