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Filho de presidente da Câmara do Rio é suspeito de agredir mulher

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original:   Filho de presidente da Câmara do Rio é suspeito de agredir mulher

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Justiça negou pedido de prisão temporária contra Fábio Tuffy Felippe, filho do presidente da Câmara dos Vereadores do Rio, Jorge Felippe (MDB)

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Apontado como agressor de sua mulher, Christini Cardoso de França Felippe, Fábio Tuffy Felippe, de 44 anos, filho do presidente da Câmara dos Vereadores do Rio, Jorge Felippe (MDB), teve o pedido de prisão temporária negado pela Justiça. Ele teria agredido a mulher no dia 21 de dezembro.

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O caso foi registrado por familiares de Christini na Delegacia de Atendimento à Mulher, em Campo Grande. Inconformados, eles compartilharam nas redes sociais imagens do rosto da mulher desfigurado e com marcas de violência.

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A Polícia Civil e o Ministério Público abriram pedido de prisão temporária por cinco dias contra Fábio, o qual foi negado pela Justiça. A juíza que proferiu a decisão, Angélica dos Santos Costa, afirmou que a questão não deveria ser analisada no plantão judiciário deste feriado. Além disso, ela criticou o fato de o inquérito ter sido aberto cinco dias depois do crime e que o suspeito não havia prestado depoimento à polícia.

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De acordo com os investigadores, as agressões aconteceram porque o suspeito não se conformava com o fim do relacionamento. Cerca de 20 dias antes da violência, Christini havia ido para a casa da mãe após sofrer ameaças de morte de Fábio.

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“Todos da família estão escondidos, com medo dele. A intenção de pedir a prisão foi, justamente, para evitar qualquer fuga do responsável e preservar a vida dessas pessoas”, afirmou a delegada que conduz as investigações, Cristiane Carvalho de Almeida, em entrevista ao Fantástico que foi ao ar neste domingo (30). “A vítima está calada, muito abatida, não consegue falar. Eu presenciei o abalo psicológico dela”, adicionou a delegada.

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O Ministério Público recorreu e aguarda decisão em segunda instância sobre a prisão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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