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Universidade Federal da Bahia terá cotas para refugiados e trans

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original:  Universidade Federal da Bahia terá cotas para refugiados e trans

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Em todos os cursos da graduação, será oferecida uma vaga a mais para esse público, além de quilombolas e indígenas aldeados

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A partir de janeiro de 2019, os cursos de graduação da Universidade Federal da Bahia (Ufba) terão cotas para refugiados, imigrantes em situação de vulnerabilidade social, transexuais, transgêneros e travestis. Antes da nova política, já havia inclusão nos mesmos moldes para quilombolas e indígenas que vivem em aldeias.

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A instituição oferecerá uma vaga a mais para o público formado por trans, refugiados, imigrantes, quilombolas e índios aldeados na seleção de cada curso, o que totaliza 352 novas vagas por ano.

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Todos os anos, a universidade já abre 5 974 vagas para cursos de graduação, sendo que metade delas é reservada para alunos de escola pública, pessoas com renda abaixo de um salário mínimo e meio, pessoas com deficiência, e declaradas como pretas, pardas ou indígenas.

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A decisão foi aprovada em 19 de dezembro pelo órgão de decisão Conselho Acadêmico de Ensino da Ufba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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