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Advogada agredida por namorado em vídeo quer ajudar outras vítimas

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original:   Advogada agredida por namorado em vídeo quer ajudar outras vítimas

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“Você não consegue acreditar que aquela pessoa que você passou três anos vai chegar ao ponto de te agredir como ele me agrediu”, disse

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A advogada Luciana Sinzimbra, 26 anos, que teve a agressão pelo então namorado, o piloto Victor Junqueira, 24 anos, gravada em vídeo amplamente compartilhado nas redes sociais na semana passada, disse que não cogitava que agressões poderiam chegar tão longe. “Você não consegue acreditar que aquela pessoa que você passou três anos, que você conviveu e fez planos, vai te fazer mal, que ela vai chegar ao ponto de te matar ou de te agredir como ele me agrediu”, disse em entrevista ao Fantástico exibida neste domingo (30).

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As agressões, filmadas por ela, aconteceram no dia 14 de dezembro no apartamento de Luciana, em Goiânia. Segundo a jovem, a discussão começou por conta do descontentamento dele com o fato de ela ter esquecido um presente em um bar após uma confraternização.

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O piloto Victor Junqueira foi indiciado por lesão corporal, injúria, ameaça e violação de domicílio. Ele não está em prisão preventiva, já que está cumprindo com as decisões judiciais, como a medida protetiva decretada em 16 de dezembro. “Ele está extremamente arrependido por ter chegado aonde chegou. Ele não é um cara violento”, disse o advogado de Victor, Romero Ferraz Filho.

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A advogada está passando férias com a família fora do Brasil, tendo concedido a entrevista via internet. “Ainda é muito difícil para mim ter que falar sobre isso, mas eu estou tentando ficar bem, estou tentando superar e eu tenho certeza que a partir da minha história eu vou conseguir ajudar outras pessoas”, disse.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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