HOME

Home

Retrospectiva 2018: As mulheres empreendedoras do ano

Saiu no site REVISTA MARIE CLAIRE

 

Veja publicação original:  Retrospectiva 2018: As mulheres empreendedoras do ano

.

Este ano tivemos exemplos em diferentes áreas de atuação de grandes empresas no mundo, conheça algumas delas

.

As chefes são elas! As mulheres têm mostrado cada vez mais ao mundo que podem ser protagonistas de espaços geralmente ocupados por homens. Este ano tivemos exemplos em diferentes áreas de atuação de grandes empresas:

.

.

Mary Barra, (Foto: reprodução/ Facebook)

.

Ao volante
Entre um seleto grupo de homens amantes de automóvel, uma muher é quem toma as decisões. Mary Barra, presidente mundial da General Motors, começou a trabalhar na empresa como supervisora para pagar a universidade. Com o passar dos anos foi responsável pela área de manufaturas, recursos humanos e desenvolvimento de produtos. Em 2014, tornou-se a primeira mulher no comando de uma gigante no ramo de automóveis em escala global. Hoje em dia trabalha para que a empresa vá do terceiro lugar para o primeiro como a mais do mundo.

.

.

Angela Ahrendts (Foto: divulgação)

.

A grande maça
Mesmo que Angela Ahrendts não tenha tomada um caminho típico no mundo da tecnologia, a novaiorquina criada em uma pequena cidade de Indianápolis tornou-se rapidamente uma das executivas mais importantes e mais bem paga da Apple. Angela foi contratada como chefe de vendas em 2014, antes desempenhava o papel de CEO da Burberry por oito anos e não tinha experiência no setor de tecnologia. Quatro anos depois de sua entrada na empresa ela revolucionou as vendas e obteve quase o dobro da compesação do líder da Apple, Tim Cook.

.

.

Amy Hood (Foto: divulgação)

.

Pelas nuvens
Amy Hood, diretora financeira da Microsoft, reorientou Wall Street nas métricas de computação em nuvem e as superou facilmente. A maior fabricante de software do mundo se converteu em uma gigante de internet abaixo do líder Hood. Logo depois de obter lucros de US$ 85 milhões para a companhia em 2016, esta mulher do Tennesseee aumentou as vendas de licenças tradicionais de Office e da plataforma Azure em 61%, além de presidir a aquisição do LinkedIn.

.

.

Sheryl Sandberg (Foto: divulgação)

.

Coração financeiro
Ninguém sabe exatamente como Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook, tem tempo para assumir um cargo executivo, ser ativista, escrever livros e ser mãe e pai de uma só vez. O que se sabe é que a administradora de empresas soube capitalizar seu patrimônio e tornou-se uma das mulheres mais poderosas do mundo. Depois de assumir cargos em organizações como McKinzey & Company e no Banco Mundial, assumiu a vice presidência do Google em 2001. Em 2008,  Mark Zuckerberg a contratou e em 2012 tornou-se a oitavo membro, e a primeira mulher, no comitê ejecutivo deste gigante das redes sociais.

.

.

Paula Lindenberf  (Foto: divulgação)

.

Cervejeira
Paula Lindenberf é a primeira mulher a assumir uma vice-presidência da Ambev no Brasil. A executiva, que atualmente está à frente da área de marketing da Ambev na América Latina, vai em breve alçar voos mais altos: ela assumirá como CEO  da AB InBev no Reino Unido a partir de janeiro do próximo ano. Formada em administração de empresas pela FGV, Paula entrou na Ambev em 2001 como gerente de comunicação de Skol e desde então ocupou posições nacionais e internacionais.

.

.

Rachel Maia (Foto: Marie Claire)

.

No comando da grife
A executiva Rachel Maia assumiu o cargo de CEO da Lacoste Brasil. Formada em Ciências Contábeis e pós-graduada em Finanças pela USP, em seu último cargo antes da Lacoste, Rachel foi CEO da Pandora Brasil, além de membro do conselho executivo da Pandora Américas. Em 2017, foi eleita uma das 40 mulheres mais poderosas do Brasil pela FORBES.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME