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Bola dentro: Serie A promoverá ação de combate à violência contra a mulher

Saiu no site BOA INFORMAÇÃO

 

Veja publicação original:  Bola dentro: Serie A promoverá ação de combate à violência contra a mulher

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O próximo domingo, 25 de novembro, é o Dia Internacional da Eliminação da Violência contra as Mulheres. Utilizando o esporte como meio de conscientização, as entidades organizadoras do Campeonato Italiano (Serie A) idealizaram e divulgaram uma campanha de prevenção e combate à violência de gênero, a ser promovida na rodada deste final de semana no país.

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De acordo com o ​UOL Esportes, jogadores entrarão em campo com uma marca vermelha no rosto, acompanhados de meninas com a camisa da campanha: “Un Rosso Alla Violenza” [um vermelho para a violência, em tradução livre], jogo de palavras com alusão ao cartão vermelho, para expulsar/erradicar a violência doméstica.

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O fenômeno da violência contra as mulheres está cada vez mais dramático e inaceitável. Todos devemos trabalhar duro para por fim a esse frama. Devemos chegar a maior quantidade de pessoas possível para criar consciência sobre esse problema da sociedade”afirmou o presidente da Serie A, Gaetano Miccichè.

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Lega Serie A 'Un Rosso Alla Violenza' Press Conference

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A campanha contou com a participação da organização ‘WeWorld Onlus’entidade que trabalha em defesa dos direitos das mulheres, além do apoio de personalidades do mundo da bola, como a capitã da equipe feminina da Inter de Milão, Regina Baresi, e ex-jogadores italianos como Franco Baresi e Alessandro Costacurta.

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Esta campanha com a Serie A nos ajuda a nos sentirmos mais fortes na nossa voz contra a violência contra as mulheres, porque a sensibilização e a prevenção são instrumentos principais para lutar contra esse fenômeno”, afirmou o presidente da ‘WeWorld Onlus’, Marco Chiesara.

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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