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Ex-vereador é preso por descumprir medida protetiva da ex-mulher

Saiu no site MÍDIA MAX

 

Veja publicação original:  Ex-vereador é preso por descumprir medida protetiva da ex-mulher

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Wilson Ferreira foi enquadrado na Lei Maria da Penha e estava foragido há cerca de 15 dias

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Wilson Ferreira, ex-vereador de Aquidauana, foi preso nesta segunda-feira (19) após descumprir a medida protetiva obtida pela ex-mulher. Ferreira teria invadido a casa em que o casal morava e fugido para Campo Grande. Ele estava há cerca de 15 dias foragido quando se apresentou na DEAM (Delegacia de Atendimento à Mulher de Aquidauana) e foi encaminhado para o Estabelecimento Penal de Aquidauana.

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Desde que a briga conjugal veio à tona no município, Wilson supostamente teria criado um perfil no Facebook para esclarecer sua versão dos fatos. Pela rede social, o ex-parlamentar acusa a ex-mulher de traição e afirma estar há 15 dias se escondendo da polícia para não ser preso. Ainda na postagem, Wilson garante não saber porque a Justiça emitiu uma medida protetiva contra ele.

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O delegado Wellington, assessor de Comunicação Social da Diretoria-Geral da Policia Civil, esclareceu que durante o tempo em que Wilson Ferreira estava foragido, a Polícia Civil se empenhou em cumprir o mandado de prisão, mas o ex-vereador estaria escondido em Campo Grande.

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A delegada responsável pelo caso, Marilda do Carmo Rodrigues, contou com exclusividade para o Jornal Midiamax que até a próxima quinta-feira (22) finaliza os três inquéritos em que Wilson responde. O ex-vereador é citado por injúria, ameaça, difamação e violência doméstica.

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A ex-mulher do autor teria dito à autoridade policial que o homem invadiu a casa em que o casal morava. Marilda esclareceu que a Justiça entendeu que o ex-vereador descumpriu a medida protetiva e, por este motivo, decretou a prisão preventiva contra ele.

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Wilson Ferreira foi transferido para o presídio de Aquidauana no mesmo dia em que apresentou na delegacia.

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Em relação às postagens no Facebook, o delegado Wellington afirmou não garantir que as publicações foram realmente feitas por Wilson e ressaltou que a Polícia Civil se empenhou nas buscas durante o tempo em que o ex-vereador estava foragido.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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