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MARIA DA PENHA VAI À ESCOLA

Saiu no site TJDFT:

 

Veja publicação original: MARIA DA PENHA VAI À ESCOLA

 

Inscrições abertas até nesta quarta-feira, 16/8

por ACS

maria da penha vai a escola

 

As inscrições para as vagas remanescentes do curso Maria da Penha vai à Escola estão abertas até nesta quarta-feira, 16/8na página da EAPE, no site da Secretaria de Educação do DF. Quem já se inscreveu, pode conferir a lista de selecionados, clicando aqui.

 

As inscrições são destinadas a profissionais da educação, mas também profissionais que atuem com a temática da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O curso é semipresencial, sendo 45 horas na modalidade a distância e 15 horas na modalidade presencial.

 

O curso é resultado da parceria realizada no âmbito do Acordo Maria da Penha vai à Escola, cujos partícipes são o TJDFT, MPDFT, Secretaria de Educação do GDF, Secretaria da Mulher do GDF, Secretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes – SECRIA, Secretaria de Segurança Pública, Polícia Civil do DF, Polícia Militar do DF, Defensoria Pública do DF, OAB/DF, Universidade de Brasília – UnB e UniCeub.

 

O objetivo do curso é oportunizar a formação dos profissionais da educação, bem como, dos profissionais que atuam em instituições da rede na área de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, possibilitando assim, o esclarecimento à comunidade escolar quanto aos direitos das mulheres em situação de vítimas de violência doméstica e familiar, os direitos trazidos pela Lei Maria da Penha, e, ainda, as possibilidades de encaminhamento à rede de proteção às mulheres do DF. Para tanto, o curso foi dividido em quatro módulos sobre os temas: Gênero e Violência contra a Mulher; Lei Maria da Penha; a Rede de proteção às mulheres vítimas de violência; o atendimento e encaminhamento das situações identificadas nas escolas. Participam como conteudistas do curso, profissionais da Secretaria de Educação, do TJDFT (servidores e magistrados), do MPDFT, da UnB e da Secretaria da Mulher do GDF.

 

Essa será a quarta edição do curso. A fim de possibilitar o acesso do maior número de pessoas às temáticas abordadas, o conteúdo do curso foi compilado no livro Maria da Penha vai à Escola, publicado e lançado pelo TJDFT no dia 30/3/2017. Para fazer o download gratuito do e-book, clique aqui.

 

A aula inaugural do curso faz parte da programação da VIII Semana do Programa Nacional Justiça pela Paz em Casa e será realizada no dia 24/8 no Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação – EAPE, localizado na 907 Sul. Os alunos poderão escolher entre o turno matutino (das 8h30 às 11h30) e o turno vespertino (14h às 17h). A primeira aula abordará a temática do Gênero e a Violência contra a Mulher, e será proferida pelo Assistente Social do Centro Judiciário da Mulher do TJDFT, Marcos Francisco. As demais aulas presenciais acontecerão nos dias 14/9, 5/10, 9/11 e 23/11.

 

Para mais informações ligue para 3901-1514  (Ângela – professora- formadora da EAPE, articuladora e tutora do curso).

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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