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Marvel e DC se unem em resposta contra comentários machistas

Saiu no site CANAL TECH:

 

Veja publicação original: Marvel e DC se unem em resposta contra comentários machistas 

 

Quem acompanha o dia a dia da casa de ideias deve ter visto que, no fim do mês passado, Heather Antos, uma editora de quadrinhos da Marvel, publicou em seu Twitter uma foto tomando milkshake com outras seis colegas de trabalho — todas mulheres.

 

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Então, uma chuva de respostas de cunho machista começou a surgir, como esta abaixo, em que o rapaz questiona “será que dá pra deixar o feminismo e a justiça social de lado e fazer quadrinhos?” e completa com um “Deus, a DC me parece cada vez melhor”:

Outro usuário da rede de microblogging chegou a dizer que as vendas da empresa estariam baixas por causa de fotos como a de Heather:

Enquanto outros fãs da Marvel declararam estar incomodados porque parece que a produtora está sendo comandada por mulheres que parecem adolescentes:

Em resposta, Heather lançou a hashtag #MakeMineMilkshake, fazendo um trocadilho com o antigo slogan da Marvel “Make Mine Marvel”, para brincar com a situação preconceituosa usando o bom humor como arma. E até a conta oficial da Marvel entrou na onda:

Mas, o que ninguém esperava, era a participação da rival DC na história. O twitter oficial da produtora publicou uma foto mostrando mais de 50 mulheres que trabalham criando histórias, e todas fazendo o icônico gesto da Mulher Maravilha como um símbolo do apoio que a DC está dando à Marvel no combate ao machismo no universo dos quadrinhos:

Com isso, aquele usuário do Twitter que alfinetou a Marvel dizendo que a DC parecia “cada vez melhor” e outros fãs de quadrinhos que por ventura pensaram o mesmo ficaram sem resposta, não é mesmo?

Fonte: Storia

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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