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4 CEOs mulheres pra você se inspirar e como elas construíram seus impérios

Saiu na Exame

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Youtube, Heineken e outras empresas gigantes que talvez você nem sabia são lideradas por mulheres. Uma delas foi jogadora profissional de basquete, outra empreendedora com 11 anos. Veja a seguir como cada uma chegou a realizações que muitos achavam impossível

O número de mulheres diretoras executivas (CEOs) no comando das maiores empresas continua a crescer. Em 2021, 41 mulheres eram CEOs de empresas da Fortune 500 (o que é um recorde histórico). Karen Lynch, diretora executiva (CEO) da CVS Health, administra a quarta maior empresa da Fortune 500, com mais de US$ 285 bilhões em receita em 2021, o que é recorde para as mulheres no cargo corporativo mais alto.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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