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Vítima de tentativa de feminicídio ao ser atropelada por carro recebe alta; polícia procura ex-marido suspeito

Saiu no site G1

 

Veja publicação original:  Vítima de tentativa de feminicídio ao ser atropelada por carro recebe alta; polícia procura ex-marido suspeito

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Mulher de 26 anos teve ferimentos na cabeça e estava em observação na unidade de trauma do Hospital da Restauração. Polícia Civil faz buscas para encontrar o ex-companheiro dela.

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Internada no Hospital da Restauração desde domingo (21), após ter sido atropelada por um carro enquanto estava em um mototáxi na Avenida Norte, no Recife, Flávia Maria Pereira da Silva, de 26 anos, recebeu alta na noite da segunda-feira (22).

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De acordo com a Polícia Civil, o ex-marido da vítima é procurado por ser suspeito de ter cometido a tentativa de feminicídio.

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Depois do atropelamento, Flávia machucou a cabeça e passou por avaliação de neurologistas. De acordo com o hospital, a paciente estava em observação na unidade de trauma. O mototaxista quebrou o braço e foi levado a um hospital particular.

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Procurada pelo G1 nesta terça-feira (23), a Polícia Civil informou que não pode fornecer informações sobre o caso até que as investigações sejam concluídas.

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Entenda o caso

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Flávia voltava para casa por volta das 20h30, segundo a Polícia Civil, quando um carro atingiu o mototáxi em que ela estava. De acordo com a mãe da vítima, Flávia fingiu estar morta ao ver que era o carro do ex-marido.

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Segundo o delegado João Brito, que registrou o caso, o suspeito do crime teria abaixado a janela do carro e apontado uma arma para o mototaxista, que não parou o veículo. Diante disso, ele teria atropelado os dois.

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Ainda de acordo com a corporação, Flávia já havia prestado queixa contra o ex-marido, de quem se separou há cerca de seis meses. Ela relatou, em depoimento, que ex-marido fazia ameaças de morte e que já tinha uma medida protetiva contra ele.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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