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Canal no WhatsApp oferece apoio a mulheres vítimas de violência doméstica durante quarentena

Justiça de Saia na Mídia, Mídia, Notícias - 31 de março de 2020

Tempo de leitura: 3min

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Veja publicação no site original: Canal no WhatsApp oferece apoio a mulheres vítimas de violência doméstica durante quarentena

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É espantoso pensar nisso, mas as mulheres podem estar mais vulneráveis em casa durante a quarentena causada pela Covid-19. Dados apontam que a violência doméstica subiu em países como Itália e China durante o isolamento social.

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Por Rafael Melo

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É espantoso pensar nisso, mas as mulheres podem estar mais vulneráveis em casa durante a quarentena causada pela Covid-19. Dados apontam que a violência doméstica subiu em países como Itália e China durante o isolamento social.

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Como então ajudar mulheres que passam por essa situação no Brasil?

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O projeto Justiceiras surge com esse objetivo. Um canal no WhatsApp para conectar médicas, psicólogas e assistentes sociais, todas voluntárias, a mulheres vítimas de violência doméstica.

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Foto: Divulgação

As profissionais vão oferecer suporte dentro da sua área de atuação. Ah, e as mulheres que já passaram por situação parecida e conseguiram sair do ciclo da violência, também podem participar e compartilhar suas experiências.

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Demais, não é não?

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E se você é mulher e atua em uma dessas áreas, pode se inscrever para ser uma voluntária clicando aqui. Hoje, já são mais de 650 voluntárias.

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O número do Whatsapp para as mulheres vítimas de violência doméstica buscarem ajuda é (11) 99639-1212. As vítimas têm acesso também a vídeos informativos, além do atendimento.

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O projeto é uma parceria dos institutos Justiça de SaiaBem Querer Mulher e Nelson Wilians.

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“A violência não pode ser esquecida ou subnotificada. Um dos institutos fundadores do projeto, que tem sede física e atua diretamente no combate à violência doméstica, já relatou o aumento de casos nos últimos dias”, explicou a Presidente do Instituto Nelson Wilians, Anne Carolline Wilians.

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Passado o período de quarentena, o projeto poderá ser ampliado.

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“É importante que nós mulheres tomemos posse de nossas lutas, que a sororidade seja exercida em momentos de vulnerabilidades, exposição, mas estenda-se além da situação atual. O que vimos com esse canal é exatamente uma oportunidade de engajar mais mulheres. A causa é nobre, exige engajamento, exige sororidade, exige compaixão”, finalizou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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